Exposições Abril 15

Exposições que podem ser visitadas durante o mês de Março em: Algés, Amadora, Elvas,  Lamego,   Palmela, Vila Franca de Xira, Vouzela

 

 

 

 

Algés

 

 

É inaugurada dia 26 de Março, às 18.30 h, a exposição “Laços de Família”, com obras de Menez, Ruy Leitão, Joana Leitão Salvador e Madalena Leitão, no Centro de Arte Manuel de Brito (CAMB) em Algés. A mostra estará patente ao público de 27 de Março a 13 de Setembro de 2015.

 

 

Esta exposição pretende estabelecer um exercício de diálogo e de confrontação entre as obras tão diferentes de quatro gerações da mesma família. E questionar se haverá genes criativos que se vão transmitindo neste caso de mãe para filho e netas?
 
 

 

Amadora

 

 

Galeria Municipal Artur Bual

Exposição “Escultura de Ar Livre – Amadora 2014”

Está patente até 26 de Abril de 2015 a Exposição “Escultura de Ar Livre – Amadora 2014”, na Galeria Municipal Artur Bual – Casa Aprígio Gomes e espaço envolvente. Este espaço acolhe imagens em relevo de dez artistas, em que o sentido estético, as formas e os materiais são distintos, e, também por isso, criadores de uma mostra heterogénea no resultado, mas homogénea na inspiração e dedicação destes artistas plásticos.


 

 

 

Casa Roque Gameiro

 

 

 

È inaugurada a 14 de Março, às 16 horas a exposição "Ilustrações inéditas de Alfredo Roque Gameiro para ver na Amadora". A Casa Roque Gameiro irá expor ao público algumas obras inéditas de Alfredo Roque Gameiro, feitas para a primeira História de Portugal Ilustrada, pertencentes ao espólio do aguarelista adquirido pela autarquia, mas que nunca haviam sido mostradas.

 

 

 

Trata-se de ilustrações feitas pelo mestre aguarelista para a 3.ª edição da História de Portugal de Manuel Pinheiro Chagas editada no final do séc. XIX, em conjunto com Manuel de Macedo e Alfredo Morais. Após o lançamento de duas edições, que estavam já esgotadas, a editora resolve inovar, planeando uma 3.ª edição, ilustrada, convidando para isso os ilustradores Manuel de Macedo, Alfredo Morais e Alfredo Roque Gameiro, que coordenou todo o trabalho ilustrativo.

 


Exposição patente de 14 de março a 2 de maio
Casa Roque Gameiro
Pct. 1.º Dezembro, 2 – Venteira (2700-688) Horário: 3.ª feira a sábado, das 10.00h às 12.30h e das 14.00h às 17.30h Domingo, das 14.30h às 17.30h Encerra 2.ª feira e feriados

 

 

 

 

 

 

Elvas

“YÁBURA, Uma cidade do Al-Andalus” é o título da exposição que a Câmara Municipal de Évora vai inaugurar no Convento dos Remédios, no próximo dia 15 de abril, quarta-feira, pelas 18:30, e que corresponde ao encerramento de um longo percurso de inventariação, tratamento e estudo de materiais arqueológicos provenientes de várias escavações realizadas no Centro Histórico de Évora, testemunhos da ocupação islâmica e do porquê de Yábura, nome pelo qual se conheceu Évora entre os séculos VII a XII, ter sido descrita como cidade grande do al-Andalus.

Nesta mostra serão expostos diversos vestígios materiais da ocupação islâmica, desde as formas mais simples e incaracterísticas dos primeiros séculos, até às produções ornamentadas em corda seca ou ao estampilhado do período almorávida e almóada. No espólio cerâmico destacam-se os artefactos ornamentados com vidrado em “verde manganês”, em que se inclui um excecional conjunto com motivos antropomórficos, sendo o mais significativo do nosso país. As peças em exposição evidenciam a revitalização urbana e fortalecimento da rede comercial entre Évora e as diversas regiões do Andalus, nomeadamente a região de Córdova.

A exposição compõe-se ainda de diversos produtos multimédia, que através do recurso à tecnologia tridimensional, permitirão visualizar o espaço urbano que coube à antiga cidade de Yábura. Após um exaustivo processo de recolha de informações arqueológicas e análises comparativas, foi concebida uma proposta modelar de organização dessa desaparecida camada de Évora, que agora será exibida sob a forma de visita virtual. A cerâmica exposta, também poderá ser lida e apreendida enquanto experiência interativa.

A exposição será também complementada por um programa de animação cultural, composto por conferências, visitas guiadas e mostras de diversas de expressões culturais islâmicas. “YÁBURA, Uma cidade do Al-Andalus” contou com os apoios do CIDEHEUS, do Laboratório Hércules da Universidade de Évora, do Governo de Portugal/Secretário de Estado da Cultura/Direção Regional da Cultura do Alentejo, do Museu de Évora, do Museu Arqueológico Provincial de Badajoz, do Campo Arqueológico de Mértola, e da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e o patrocínio do Turismo do Alentejo E.R.T.. A entrada é livre, estando patente ao público até 4 de Setembro, de segunda a sexta-feira, das 9:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30.

Lamego

“Cister no Douro” chega ao Museu de Lamego

 Depois da estação de metro do Porto da Casa da Música, “Cister no Douro” chega agora ao Museu de Lamego. A partir de 31 de janeiro e até 26 de abril, um território histórico, detentor de um património único, revela-se através de experiência de som e imagem, numa instalação que recria um claustro, que sintetiza uma filosofia de vida.“Cister no Douro” não é, por isso, uma exposição tradicional, mas a tradução de um espaço maior, de uma Ordem que transformou um vale e que desempenhou um papel primordial na excelência hoje reconhecida à região como Património da Humanidade.Com comissariado científico de Nuno Resende e organizada pela Direção Regional de Cultura do Norte, Museu de Lamego e projeto Vale do Varosa, “Cister no Douro” assume-se como uma instalação multimédia, destinada a divulgar a herança histórica, cultural, arquitetónica e artística legada pela presença desta Ordem monástica na região.Ao todo são seis os testemunhos materiais das comunidades cistercienses instaladas durante a Idade Média e o período moderno a sul do Douro, duas casas femininas e quatro masculinas: Tabosa, Arouca, S. João de Tarouca, Santa Maria de Salzedas, São Pedro das Águias e Santa Maria de Aguiar.Todas, à exceção de Tabosa, fundadas no rescaldo da reconquista e sob a matriz “Ora et Labora”, colocaram a espiritualidade ao serviço de Deus, mas também do conhecimento, possibilitando o avanço de novas técnicas, instrumentos e saberes.A chegada de Cister no século XII viria a marcar em definitivo a História de um território hoje reconhecido internacionalmente. Património da Humanidade, deve a sua classificação ao trabalho das sucessivas comunidades de cistercienses que transformaram o Vale do Douro num espaço de cultura e saber, modificando a paisagem e o território. É este legado que “Cister no Douro” traz a partir do próximo dia 31 de janeiro ao Museu de Lamego, numa instalação sustentada por imagem impressa e projetada e por uma sonoplastia capaz de envolver o visitante.

 

 

Vila Franca de Xira

Atéao dia 25 de Outubro de 2015, no Núcleo Sede do Museu Municipal de Vila Franca de Xira, a exposição “A Arte no Concelho de Vila Franca de Xira – Grandes Obras” dá a conhecer aos visitantes e estudiosos um património artístico de inesperada riqueza no que toca ao recheio das suas igrejas, capelas, palácios, antigos conventos, museus e coleções privadas e são ainda numerosas as obras de arte de evidenciada qualidade que chegaram aos nossos dias, entre escultura, pintura, azulejos, talha dourada, têxteis, mobiliário, lapidária, ferragem e outras modalidades.

Exposição comissariada por Vitor Serrão e José Meco

 

Vouzela

 

De 7 a 30 de Abril,“Sensibilidades” de Fernando Costa em exposição no Museu Municipal de VouzelaDe 7 a 30 de abril, o Museu Municipal de Vouzela vai receber a exposição “Sensibilidades” de Trata-se de uma exposição de fotografia constituída por 25 quadros que reúne, de uma forma geral, imagens nas mais diversas temáticas, convidando o visitante a partilhar sensações e deixar a cada um a liberdade no que vê - imagens que muitas vezes estão perto de nós, mas Nasceu em Tondela, mas reside em Aveiro.Autodidata em Fotografia, iniciou as suas exposições em 2011.Confia nos sentidos e no material que usa para fotografar. A sua vontade supera qualquer obstáculo pela captação do momento chave.Contudo, tem a consciência o muito a aprender e aperfeiçoar neste mundo da Fotografia.As Fotografias expostas são imagens soltas, momentos simples e únicos - Imagens que muitas vezes estão perto de nós, mas que facilmente passam despercebidas.Cada Fotografia é um estímulo. É preciso deixar o coração fotografar - apontar o caminho Acima de tudo, a paixão com que se faz algo que se gosta, ajuda e facilita, e os resultados A Fotografia é algo mágico e fantástico que merece ser vista.2015 SENSIBILIDADES - Museu Municipal – VouzelaROSTOS - Museu Terras de Besteiros – Tondela 2014 PONTOSdeVISTA (coletica) – Museu da Cidade – AveiroemFOCO (coletiva) - Centro Cultural – EsgueiraIMPRESSÕES – Museu Municipal – Vouzela2013 OLHARES - Galeria do Mercado Velho – Tondela

Para inserir um comentário você precisa estar cadastrado!