Exposições Fevereiro 15

 

 Exposições que podem ser visitadas durante o mês de Janeiro em: Alcoutim, Algés, Amadora, Cascais, Condeixa, Lamego, Lisboa, Oeiras,  Palmela, Vila Franca de Xira

 

 

 

Alcoutim

 

A Galeria de Exposições da Biblioteca Municipal de Alcoutim acolhe, entre os dias 3 e 27 de Fevereiro, a exposição «Coisas da Minha Avó», da autoria do coleccionador Francisco Brás.

A mostra engloba peças de vestuário, elementos decorativos e vários utensílios, conjunto de objectos da avó do autor da exposição, Francisco Brás, que foi reunindo ao longo das últimas décadas inúmeras peças, algumas com mais de cem anos.


Uma forma de recordar as tradições e costumes ancestrais daquela região transfronteiriça, e  assim «potenciar a transmissão, de geração em geração, da cultura de um povo».

O público pode visitar a exposição de segunda a sexta-feira, das  8.30 às 13 horas, e das 14 h  às 16.30 h, na Casa dos Condes, em Alcoutim.
 

Francisco Brás é natural de Cortes Pereiras, freguesia de Alcoutim e bem conhecido nesta zona, por ser o rosto do Teatro Experimental de Alcoutim (TEA), onde é actor e encenador.
 
 
 
 
 

Algés

 

Palácio do Egipto

Exposição de Alberto D’Assumpção e Cristina Vouga

O Centro Cultural palácio do Egipto apresenta a exposição “Cosmogonias”, de Alberto D’Assumpção e Cristina Vouga, que estará patente até 1 de Março, podendo ser visitada de terça-feira a domingo, das 12 h às 18 h (encerra aos feriados).

Alberto D'Assumpção dá primazia à cor, com cores complementares justapostas puras e luminosas, na livre organização dos elementos visuais que utilizam motivos como "rainbows fragmentados", muito mais ligados à vida interior e à sua estrutura musical do que ao mundo exterior.

Membro do expressionismo arquetípico, as formas da sua expressão plástica oscila de forma multifacetada entre planos e volumes.

A impressão estranha sobre a sua reversibilidade, cria uma secreta coerência, e apela à nossa sensibilidade, podendo encontrar na iconografia dos objetos ideais, as esferas verdes, talvez arquétipos da perfeição vívida e moral.

A implícita poética da obra de Cristina Vouga formulada a partir da etérea linguagem do desenho e dos depurados volumes biomórficos, adquire sentido através de oníricas analogias formais. Com base numa discursividade não racionalizante harmoniza simbólicos valores cosmogónicos que se expressam através de uma emotiva sensualidade.

Elegendo o gesso na criação da tridimensionalidade, expõe a delicadeza deste meio quando usado na sua natural cor branca e simula a resistência e o peso da escultura em bronze quando usa uma patine a grafite. Esta dualidade entre robustez e fragilidade da matéria ao associar-se à escala física da artista remete as peças para um lugar da sua própria intimidade.

Aliando a linguagem ideográfica do desenho à escultura, apresenta volumetrias orgânicas que se desenvolvem no espaço impondo a sua frágil materialidade.

 

 

Amadora

 

 

Exposição “Escultura de Ar Livre – Amadora 2014”

Está patente até 26 de Abril de 2015 a Exposição “Escultura de Ar Livre – Amadora 2014”, na Galeria Municipal Artur Bual – Casa Aprígio Gomes e espaço envolvente. Este espaço acolhe imagens em relevo de dez artistas, em que o sentido estético, as formas e os materiais são distintos, e, também por isso, criadores de uma mostra heterogénea no resultado, mas homogénea na inspiração e dedicação destes artistas plásticos.

 

 

 

Cascais

 

 

 

Colectiva "Rotary - Arte - Solidariedade VII"

 

O Rotary Club Cascais - Estoril promoveu uma mostra colectiva de pintura dos artistas plásticos António Loureiro, Gabriela Carvalho e São Passos e fotografia de Vitor Cordeiro e Marques Valentim. Que estará patente de 10 de Fevereiro a 23 de Fevereiro do corrente ano, inclusivé, no Hotel Cidadela (Avª. 25 de Abril, Cascais).

 

De realçar que 20% do valor das obras vendidas, reverterá para a erradicação da poliomielite (paralisia infantil).

 

 

Condeixa

 

Biblioteca Municipal

 

A Biblioteca Municipal de Condeixa acolhe a exposição de escultura intitulada “O mais profundo é a pele” da autoria de António Pedro.  A mostra pode ser visitada até 24 de Fevereiro.

António Pedro Martins é natural de Coimbra e actualmente reside em Condeixa. Descobriu o interesse pelas artes na adolescência, ingressando o curso técnico-profissional de artes gráficas e posteriormente a licenciatura em escultura na EUAC. Desenvolveu competências em cerâmica, pintura e sobretudo escultura, para além de ter participado na execução e montagem de cenários e adereços teatrais. Teve experiências profissionais como monitor e docente do 3.º ciclo e ensino secundário. As suas obras são vincadas por um perfil existencialista, preocupadas com a contemporaneidade humana.

 

Galeria Manuel Filipe

 

Exposição: Manuel Filipe – fase negra

Manuel Filipe foi figura de proa na pintura portuguesa de finais dos anos quarenta. Nesta época pintou algumas das obras mais importantes das artes plásticas em Portugal! São alguns desses trabalhos, fase que o artista apelidou de “Fase negra”, que a Câmara Municipal, através da Galeria Manuel Filipe, expõe. Esta mostra reveste-se de grande importância já que estas pinturas não estão patentes ao grande público há cerca de 40 anos. É, por isso, para a Câmara Municipal, e para a Galeria Manuel Filipe, uma grande honra ter a possibilidade de exibir, aos apreciadores de Arte e de Pintura em particular, estes quadros, introdutores do neorrealismo em Portugal.

- Encerramento da exposição: dia 22 de março

- Horário de funcionamento:

Segunda a sexta-feira – 9 horas às 13 horas; 14 horas às 18 horas

Sábado e domingo – 10 horas às 13 horas; 13.30 horas às 17.30 horas

Até 22 e Março de 2015, das 09:00h às 18:00h
Galeria Manuel Filipe

   

 

Lamego

 

“Cister no Douro” chega ao Museu de Lamego

 

 Depois da estação de metro do Porto da Casa da Música, “Cister no Douro” chega agora ao Museu de Lamego. A partir de 31 de janeiro e até 26 de abril, um território histórico, detentor de um património único, revela-se através de experiência de som e imagem, numa instalação que recria um claustro, que sintetiza uma filosofia de vida.“Cister no Douro” não é, por isso, uma exposição tradicional, mas a tradução de um espaço maior, de uma Ordem que transformou um vale e que desempenhou um papel primordial na excelência hoje reconhecida à região como Património da Humanidade.Com comissariado científico de Nuno Resende e organizada pela Direção Regional de Cultura do Norte, Museu de Lamego e projeto Vale do Varosa, “Cister no Douro” assume-se como uma instalação multimédia, destinada a divulgar a herança histórica, cultural, arquitetónica e artística legada pela presença desta Ordem monástica na região.Ao todo são seis os testemunhos materiais das comunidades cistercienses instaladas durante a Idade Média e o período moderno a sul do Douro, duas casas femininas e quatro masculinas: Tabosa, Arouca, S. João de Tarouca, Santa Maria de Salzedas, São Pedro das Águias e Santa Maria de Aguiar.Todas, à exceção de Tabosa, fundadas no rescaldo da reconquista e sob a matriz “Ora et Labora”, colocaram a espiritualidade ao serviço de Deus, mas também do conhecimento, possibilitando o avanço de novas técnicas, instrumentos e saberes.A chegada de Cister no século XII viria a marcar em definitivo a História de um território hoje reconhecido internacionalmente. Património da Humanidade, deve a sua classificação ao trabalho das sucessivas comunidades de cistercienses que transformaram o Vale do Douro num espaço de cultura e saber, modificando a paisagem e o território. É este legado que “Cister no Douro” traz a partir do próximo dia 31 de janeiro ao Museu de Lamego, numa instalação sustentada por imagem impressa e projetada e por uma sonoplastia capaz de envolver o visitante.

 

 

Lisboa

 


Fundação Portuguesa das Comunicações

 

A exposição de fotografia "Energia Social”, uma iniciativa da Fundação Repsol que conta com o apoio da Fundação Portuguesa das Comunicações e da Casa da América Latina, inaugura no próximo dia 8 de Jjaneiro, pelas 18h30 e está patente até dia 27 de fevereiro. A exposição que decorre na Fundação Portuguesa das Comunicações, reflete o trabalho de oito fotógrafos, de oito nacionalidades diferentes que captam as sinergias entre a paisagem ibero americana e aqueles que a habitam. Portugal é representado pelo premiado fotógrafo, António Homem Cardoso.

 

 

 

Oeiras

 

 

Livraria-Galeria Municipal Verney

 

A Livraria-Galeria Municipal Verney abre o programa de 2015 com uma exposição de pintura e cerâmica de Neusa Negrão, Elsa Figueiredo e Helena Brízido. A inauguração A exposição   ficará patente ao público até 28 de Fevereiro, podendo ser visitada de terça a sexta-feira, das 11 h às 18 h e aos sábados, das 12 h às 18 h  (encerra aos feriados).

 

 

 Palmela

 


O Centro de Recursos para a Juventude de Quinta do Anjo recebe, entre 24 de Fevereiro e 31 de Março, a exposição de desenhos de Patrícia Guerreiro,Anime Caramelo”. Promovida pela Câmara Municipal de Palmela com a artista, esta mostra cruza personagens do universo da animação japonesa com os cenários das Festas Populares de Pinhal Novo. A autora, Patrícia Guerreiro, tem 20 anos e é estudante de design e produção gráfica no Instituto Superior de Educação e Ciências em Lisboa. A entrada é livre.

Vila Franca de Xira

 

Atéao dia 25 de Outubro de 2015, no Núcleo Sede do Museu Municipal de Vila Franca de Xira, a exposição “A Arte no Concelho de Vila Franca de Xira – Grandes Obras” dá a conhecer aos visitantes e estudiosos um património artístico de inesperada riqueza no que toca ao recheio das suas igrejas, capelas, palácios, antigos conventos, museus e coleções privadas e são ainda numerosas as obras de arte de evidenciada qualidade que chegaram aos nossos dias, entre escultura, pintura, azulejos, talha dourada, têxteis, mobiliário, lapidária, ferragem e outras modalidades.

 

Exposição comissariada por Vitor Serrão e José Meco

 

 

 

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