Exposições Novembro 14

Exposições que pode admirar durante o mês de Novembro em: Aljustrel, Amadora, Condeixa, Estremoz, Lisboa, Marinha Grande, Oeiras, Ourém, Palmela, Samora Correia,

 

 

 

 

 

Amadora

 

Exposição “Escultura de Ar Livre – Amadora 2014”

 

Está patente até 26 de abril de 2015 a Exposição “Escultura de Ar Livre – Amadora 2014”, na Galeria Municipal Artur Bual – Casa Aprígio Gomes e espaço envolvente. Este espaço acolhe imagens em relevo de dez artistas, em que o sentido estético, as formas e os materiais são distintos, e, também por isso, criadores de uma mostra heterogénea no resultado, mas homogénea na inspiração e dedicação destes artistas plásticos.

 

 

 

Aljustrel

 

 

Exposição de Pintura de Luis Athouguia "Pedaços de Firmamento ( uma deflagração visionária )"


Na orquestração da sua Obra, instala-se um léxico original, vigoroso e inconfundível, do abstraccionismo mais estreme, em que os lemas enfrentam a tragédia da sua própria inexistência, num texto cromático e formal que se sustenta da imponderabilidade de todos os mistérios, por ele sugeridos mas nunca revelados.

As sínteses insondáveis da matéria e através dela, os excursos da alma. A consagração do imprevisto. A aparente negação da geometria reguladora dos gestos, num halo esplêndido de intemporalidade.Diagramas de fenómenos desconhecidos, as formas do vocabulário athouguiano organizam-se como crisálidas de um metamorfismo encantatório, de um oráculo revelador, de um rito impenetrável.A pintura de Luís Athouguia é lugar de visões oníricas, lugar de muitos cerimoniais, lugar iconográfico das abstracções das formas e dos conteúdos.

Nela convergem alegorias, sugestões e alusões a uma escrita que se escreve por figurações no corpo do texto abstracto, no qual nos atrevemos a identificar (ou só entrever) pássaros, peixes, rostos ou máscaras deles, emblemas, signos, perífrases e paráfrases, silêncios marinhos, meias-luas, eflorescências e cristalizações orgânicas, um olho alado, um olho escorpião, um olho dinossauro, um olho alga...

Decano da Faculdade de Arquitectura de Lisboa, LUIS ATHOUGUIA (Cascais 1953) é diplomado pelo IADE, Instituto Superior de Arte e Design - Lisboa. Considerado um dos grandes talentos no mundo artístico da sua geração, conta com um longo percurso expositivo. Desde 1983 participou em mais de 4 centenas de relevantes exposições, nacionais e internacionais, de Pintura e Bienais de Arte.

Foi distinguido, com o Prémio Vespeira na Bienal do Montijo 1997 e Prémio do Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes 2011. Está representado em museus, instituições e importantes colecções nacionais e estrangeiras.

Horário:

Terça a Sexta 10:00-12:30 | 14:00-21:00

Sábado 10:00-12:30 | 14:00-18:30

Entrada livre

 

 

 

Condeixa

 

 

No dia  1 de Novembro, são inauguradas duas exposições temáticas:


A Casa Museu Fernando Namora recebe a exposição documental "A Grande Guerra", uma mostra bibliográfica e de documentos do tempo da Grande Guerra e a ela referente.

 

Na Junta de Freguesia de Condeixa estará patente a mostra "I Grande Guerra em Miniaturas", que pretende mostrar como era a guerra de trincheiras.

As exposições temáticas estarão abertas ao público até dia 30 de novembro.

 

 

Estremoz

 

Galeria D. Dinis - “CERÂMICA DE FÁTIMA LOPES”

Exposição da ceramista estremocense Fátima Lopes. A sua inspiração e temáticas abordam constantemente o meio natural e humano onde nasceu e vive, bem como as memórias etnográficas alentejanas – (até 16 de novembro).

Museu Municipal de Estremoz - “O EROTISMO NA COLEÇÃO DE DESENHO DO MUSEU MUNICIPAL DE ESTREMOZ” 

Uma coleção de artes visuais onde o figurado, a abstração, o neorrealismo ou a mundividência sur­realista e fantástica estão presentes  

 

 

 

Évora

 

 

 

Galeria D. Dinis

 

“CERÂMICA DE FÁTIMA LOPES” exposição da ceramista estremocense Fátima Lopes. A sua inspiração e temáticas abordam constantemente o meio natural e humano onde nasceu e vive, bem como as memórias etnográficas alentejanas – Galeria D. Dinis (até 16 de Novembro)


Museu Municipal de Estremoz

 

“O EROTISMO NA COLEÇÃO DE DESENHO DO MUSEU MUNICIPAL DE ESTREMOZ” - Uma coleção de artes visuais onde o figurado, a abstração, o neorrealismo ou a mundividência sur­realista e fantástica estão presentes – Museu Municipal de Estremoz (até 3 de janeiro de 2015)

 

 

Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte

 

 

 

Comemoração do Centenário da Cruz Vermelha em Estremoz” - Esta mostra visa assinalar o centenário da abertura em Estremoz da antiga 50.ª delegação da Cruz Vermelha em Portugal - Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte (de 7 de novembro a 18 de janeiro de 2015.

 

 

 

 

Lisboa

 

 

 

MUDE

 

A VIDA EM CASA

 

 

 

                                                                        

 

A IKEA Portugal, no âmbito da parceria com o MUDE- Museu do Design e da Moda, Coleção Francisco Capelo desde 2010,  promovem a exposição "A Vida em Casa: 10 anos da IKEA em Portugal"-

 

A iniciativa surge no âmbito das comemorações do 10.º aniversário da IKEA em Portugal e procura mostrar, através de dados estatísticos curiosos e de forma inspiradora, como é a vida nas casas dos portugueses e de que forma a IKEA tem vindo a melhorar o dia-a-dia das famílias do nosso país. A exposição, de entrada livre, vai estar aberta ao público entre 30 de Outubro e 30 de Novembro, de terça a domingo, entre as 10h e as 18h.

 

Programa

 

10h – Welcome coffee

 

10h15 – “Breves notas sobre a importância da arquitetura de interiores”:

 

Bárbara Coutinho, Diretora do MUDE

 

10h30 – “10 anos da IKEA em Portugal”:

 

Ana Teresa Fernandes, Diretora de Comunicação da IKEA Portugal

 

10h50 – “Casas portuguesas: O que as caracteriza e diferencia?”:

 

Lynn Walker, Diretora de Design de Interiores da IKEA Portugal

 

11h15 – Visita guiada à Exposição

 

12h00 – Final do evento

 

 

C. C. Colombo

 

Mais de 100.000 pessoas já “mergulharam” na instalação de arte The Pool

Mais de 100.000 pessoas já visitaram a instalação de arte “The Pool” da escultora norte-americana Jen Lewin, que se encontra em exposição até 9 de novembro, na Praça Central do Centro Colombo. Pela primeira vez na Europa e em Portugal, esta instalação de luzes, cores e sons, tem conquistado a atenção de todos pela inovação que integra, marcando assim a 4ª edição do projeto A Arte Chegou ao Colombo.

Composta por mais de 100 discos interativos colocados em círculo e 40.000 leds, “The Pool” by Jen Lewin proporciona uma sensação de bem-estar e harmonia quando nela se “mergulha”, podendo ser visitada todos os dias, das 10:00 às 24:00 horas.

Para interagir com a instalação, o utilizador só tem que pisar, correr, pular ou mesmo saltar por cima dos discos e deixar as luzes e as cores misturarem-se numa espécie de “ping-pong” gigante, ao som de músicas relaxantes e envolventes. As interações de quem visita a instalação, tais como a pressão do pé e a velocidade do seu percurso, são detetadas pela superfície do disco, adicionando e subtraindo luz e cor.

Esta instalação de arte está envolta numa surpreendente estrutura suspensa, que nunca toca o chão, e que define o espaço – interior e exterior – pela (des) multiplicação de inúmeras tiras de tecido (cerca de 20.000), igualmente suspensas. Deste modo, o interior, mais protegido da luz do centro comercial, é totalmente branco procurando fazer sobressair a instalação, refletindo, na sua imensa superfície, a variação cromática que caracteriza a obra da artista.

No âmbito da exposição, o Maestro Rui Massena realizou, por ocasião do dia mundial da Música, um concerto no interior da instalação – “The Pool Songs” – cujas 6 faixas musicais representam as 6 cores que caracterizam a obra da Jen Lewin. Estes temas inéditos, que foram interpretados ao vivo, podem ser ouvidos na íntegra na página de Facebook do Centro Colombo, na app relativa ao projeto A Arte Chegou ao Colombohttps://www.facebook.com/centrocolombo/app_639294626167887 – onde é possível, também, acompanhar todas as atividades inerentes ao projeto.

No próximo sábado 1 de novembro, e sob coordenação do Maestro Miguel Madaleno, a Orquestra Novas Guitarras irá atuar na Praça Central do Colombo, junto à instalação “The Pool” by Jen Lewin, interpretando temas bem conhecidos do grande público: Heart of Courage - Thomas J. Bergersen, Pirates of Caribbean IV - part I - Hans Zimmer, Viva La Vida – Coldplay, Verdes Anos - Carlos Paredes, Gente da Minha Terra - Tiago Machado/Amália Rodrigues, Diablo Rojo - Rodrigo y Gabriela, Pirates of Caribbean IV - part II - Hans Zimmer e Sons de Espanha III - Arr. Miguel Madaleno constituem os 8 momentos musicais que esta Orquestra irá tocar, a partir das 16H30m.

Segue-se depois mais uma iniciativa cultural no dia 9 de novembro, data do encerramento da  exposição “The Pool” by Jen Lewin, em que o Centro Colombo irá receber, pela primeira vez, o maior evento de dança à escala mundial cujo mote é “Dançar pela Generosidade”. Evento criado pela Life Vest Inside, organização internacional sem fins lucrativos, Dance for Kindness decorrerá ao mesmo tempo em 80 cidades de todo o mundo, envolvendo milhares de pessoas que, em sintonia, irão dançar a mesma música e a mesma coreografia, no mesmo dia (9 de novembro).

A exposição “The Pool” by Jen Lewin assinala a 4ª edição do projeto AArte Chegou ao Colombo, iniciativa lançada em 2011 e quepretende contribuir para a divulgação e promoção de atividades culturais e aproximar os visitantes do Centro Colombo das diversas manifestações artísticas. O projeto é da autoria do Atelier de Arquitetura Likearchitects e a curadoria da exposição da responsabilidade de Emília Tavares.

 

 

 C.C. Belém

 

Casa-Museu João Soares , Dr. Jorge Estrela, têm o prazer de convidar V. Exa. para a inauguração da exposição "A Viagem de Cosme III de Médicis em Portugal no ano de 1669", que terá lugar no dia 1 de Novembro, às 18  horas, na Galeria Arte Periférica (Centro Cultural de Belém, loja 3   1449-003 Lisboa).

Em 9 de Janeiro de 1669, o Grão Duque de Toscana Cosima III dei Medici entra em Portugal por Campo Maior e inicia uma viagem que durará perto de 2 meses acompanhado por uma comitiva de cerca de 40 pessoas. Nelas estão incluídos escritores, médicos, músicos, cozinheiros e um desenhador e arquiteto italiano encarregado de representar em aguarelas todos os locais onde houvesse uma paragem. O seu nome era Pier Maria Baldi e cumpriu com grande rigor a sua tarefa reunindo em 34 pranchas vistas gerais de cidades, vilas e localidades portuguesas. As imagens desenhadas com precisão e pitoresco são o mais completo conjunto iconográfico sobre a paisagem rural e urbana do Portugal do século XVIII.

Os originais pertencem à Biblioteca Medicea Laurenziana em Florença e são desenhados a cinza ou sépia com dimensões entre os 60 cm e 120 cm que foram publicados numa edição espanhola de 1933 compilada por Angel Sanchez Rivero.

Para a exposição, os desenhos foram iluminados através de uma animação cromática digital respeitando escrupulosamente os originais e conduzindo-os a uma visão de detalhe que os processos informáticos facultam permitindo grandes ampliações entre os 2 e 5 metros. Assim podemos entrar nos desenhos com uma nitidez insuspeita e analisar casa a casa esse Portugal desaparecido.

As imagens são acompanhadas pelos textos integrais dos vários relatores em particular do poeta italiano Lorenzo Magalotti.

A iconografia será o pretexto para uma relação comparativa com o Portugal de hoje com fotografias tiradas aproximadamente do mesmo ângulo e os comentários necessários para a leitura de 342 anos de viagem através do tempo.

 

 

Casa da Moeda

 

A Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) acolhe a exposição O Dinheiro no Tempo de Fernão Mendes Pinto, mostra de moedas do acervo do Museu Numismático Português, integrada no âmbito das comemorações dos 8 séculos da Língua Portuguesa e dos 400 anos da publicação da obra Peregrinação.

A exposição, de entrada gratuita, vai estar patente até dia 29 de dezembro, no átrio da Casa da Moeda, apresentando ao público 71 exemplares de moedas de ouro, prata, cobre e calaim que circularam no tempo de Fernão Mendes Pinto, o aventureiro escritor da obra Peregrinação, contextualizando a época em que o autor viveu.

 

 

Marinha Grande

Exposição de artista brasileira inaugura no sábado

“Transumância: Atmosfera” no NAC

O Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro (NAC), situado no Edifício da Resinagem, na Marinha Grande, vai inaugurar a exposição “Transumância: Atmosfera”, da artista plástica Regina Rodrigues, no próximo sábado, 29 de novembro, pelas 16h30. A entrada é livre.

A mostra estará patente até ao dia 14 de dezembro, sendo organizada pela Câmara Municipal da Marinha Grande – Museu do Vidro, pela VICARTE - Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e pela Universidade Federal do Espírito Santo (Brasil).

A artista brasileira Regina Rodrigues está a realizar um pós-doutoramento na Unidade de Investigação VICARTE (Vidro e Cerâmica para as Artes), intitulado "Opacidade e transparência: o campo ampliado da cerâmica e o hibridismo técnico-construtivo".

Nesta intervenção artística, a artista procura alargar o nosso campo de visão relacionado com o modo de ver a cerâmica nos dias de hoje. Propõe um diálogo entre o vidro e a cerâmica numa construção criativa e audaz, numa linguagem própria da arte contemporânea.

Estas duas artes do fogo, seculares, estão desde sempre associadas à perene relação cerâmica/vidrado (vidro). No entanto, a proposta aqui exposta pela artista transpõe muito mais do que esta relação preexistente, aponta uma nova linguagem e uma nova relação onde as peças são formadas num diálogo constante.

O vidro, assume agora, não apenas um papel de revestimento da obra cerâmica, transcende a ideia de suporte, é obra autónoma.

Na exposição “Transumância: Atmosfera”, patente no Núcleo de Arte Contemporânea do Museu de Vidro da Marinha Grande, é apresentado um conjunto novo de obras que emergem do solo, idealizadas e concebidas para este espaço.

Outros elementos fazem parte das suas composições, como o cobre ou a corda, tricotados com eximia paciência e que se encontram interligados com as obras.

Muito mais que cerâmica ou vidro, a obra de Regina Rodrigues é escultórica, onde da eleição de materiais centenários, emergem obras que nos fazem repensar o lugar da cerâmica e do vidro no panorama da arte actual.

A exposição “Transumância: Atmosfera” estará patente no NAC, de 30 de novembro a 14 de dezembro, de terça-feira a domingo, das 10h00 às 18h00.

A entrada é gratuita.

Oeiras

 

Patente no Palácio do Egipto, a exposição de Sofia Areal em Oeiras até 18 de Janeiro de 2015

Sofia Areal conta no seu currículo com inúmeras exposições individuais e coletivas

 A artista venceu o Prémio Fémina para as Artes Visuais

O Centro Cultural Palácio do Egipto apresenta a exposição “7 Virtudes Vitais” de Sofia Areal” de 25 de Outubro de 2014 a 18 de Janeiro de 2015. Nesta exposição são apresentados ao público cerca de 40 trabalhos recentes em diversos suportes: madeira, tela e papel, repartidos por várias séries.

A inauguração, para convidados e comunicação social, realiza-se na sexta-feira, 24 de Outubro, as 19H30.

 As 7 Virtudes Vitais são, segundo Sofia Areal, intenção, firmeza, movimento, equilíbrio, cor, ritmo e transparência. Citando a própria artista: “(…) nesta exposição inicio um novo ciclo em que mais do que nunca quero insistir nestas virtudes que ao longo de 35 anos de trabalho vejo, cada vez mais, como sendo urgentes e necessárias na arte e na vida” (…) “Nestes trabalhos reafirmo e renovo o meu vocabulário e essas virtudes.”

Uma exposição de Sofia Areal em que nos será revelado de forma como sempre intensa, um novo fôlego, um novo ciclo.

Dia 8 de Novembro será realizada uma visita guiada por Sofia Areal. No dia 10 de Janeiro teremos uma conversa com Sofia Areal e a Jornalista Ana Sousa Dias, autora do texto de apresentação do catálogo da exposição.

Horário da exposição:

De 3Feira a Domingo das 12h00 às 18h00

Fechado aos feriados

 

 

Ourém

Galeria Municipal de Ourém

 

Exposição de pintura "Anjos Novos"por Catarina Machado,, na Galeria Municipal de Ourém, situada na Vila medieval de Ourém.


Patente de 01 de novembro a 30 de dezembro de 2014

 

ENTRADA LIVRE

Galeria Municipal de Ourém – Vila medieval de Ourém

 

Horário: de terça a domingo das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

 

 

Palmela

 

Até 2 de Novembro, a Igreja de Santiago, no Castelo de Palmela, é palco da exposição “Catapultas e Máquinas de Cerco (séc. V a.C. – séc. XV d.C.)”, numa organização de Cultura Entretenida com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

Reproduções de catapultas, gruas, arietes, torres de assalto e peças de artilharia, entre outras, estão no centro desta mostra, que pretende dar a conhecer a tecnologia e a engenharia bélica da Antiguidade, de acordo com as perspetivas dos sitiados e dos sitiadores. Na exposição, organizada por blocos históricos, com especial destaque para as civilizações grega e romana, e para a Idade Média, apresenta-se a forma como estas máquinas se constituíram como veículo através do qual os cientistas de cada época aplicaram os seus conhecimentos.

Incluem-se, ainda, objetos diversos, que reproduzem relevos e peças arqueológicas, mecanismos alternativos às molas de torção, projéteis e ilustrações de cercos, representativos de diferentes épocas históricas.

Mais informação em www.culturaentretenida.com

Horário de verão (até 7 de setembro): 10h00/20h00

 

 

Samora Correia

 

O Palácio do Infantado, em Samora Correia,acolhe até Janeiro de 2015, a Exposição de Fotografia e Instalação “Oliveiras, Irmãos – Símbolos de uma época”, que marca também o início das Festas em Honra de Nª. Sra.ª da Oliveira e Nª. Sra.ª de Guadalupe.

Esta é uma exposição que traça cronologicamente o percurso de uma das Casas Agrícolas/váriasGanadarias mais importantes do país, fundada em 1895 por João Pedro Oliveira através de vacas de Tomáz Piteira e vacas da Companhia das Lezírias, com semental de Infante da Câmara, agregando posteriormente reses de Norberto Pedroso e Francisco dos Santos (Alfaiate). Entretanto, por morte do seu titular em 1920, passa a anunciar-se a ganadaria em nome de Viúva Oliveira e Filhos, mantendo o ferro inicial.

Mais tarde todo o efectivo foi substituído por reses de Cláudio Moura (Soler) e em 1938 são adquiridas vacas de Joaquim Oliveira Fernandes e Pinto Barreiros, às quais é lançado um semental de Alves do Rio, eliminando-se toda a origem Soler, vendida a José Pedrosa e Vicente de Almeida.

Em 1944 forma-se a Sociedade Oliveiras Irmãos que adopta o ferro actual, mantendo-se, desde então, sem introdução de reses de outra proveniência, definindo morfológica e funcionalmente um animal que tem sido base ou cruzamento ideal de muitos outros efectivos, podendo assim considerar-se como um encaste tipificado. O direito a membro da “Union de Criadores de Toros de Lidia” é adquirido em 1963 por compra do ferro de António Oliveira Durão.

Já mais recentemente,  em 2003, forma-se a sociedade Oliveiras - Exploração Agrícola, Lda; que aumenta o efectivo com reses de Gimenez Indarte que são levadas em separado.

Dizer ainda que esta exposição conta com várias fotografias de família, fotografias de Corridas e dos Toiros mais imponentes e importantes da ganadaria nestes mais de 100 anos de existência. Para além das fotos, os visitantes podem tomar contacto com inúmeros objectos familiares e da Herdade, como os Ferros da Ganadaria, Capotes, Muletas, Documentos dos Animais, e os trajes de luces mais emblemáticos dos toureiros da Baracha – António José Oliveira e Eduardo Oliveira.

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