Exposições Setembro 14

Exposições que pode visitar durante o mês de Setembro em Elvas, Estremoz, Palmela, Peniche, Samora Correia

 

 

 

Elvas

 

A exposição "Joaquim Bastinhas, de Elvas para o Mundo” vai estar patente ao público a partir de  quinta-feira, 18 de Setembro, na Casa da Cultura, em Elvas e marca o regresso dos eventos culturais àquele espaço.

Vai ficar patente ao público até 20 de outubro e está integrada no programa das Festas do Senhor Jesus da Piedade e da Feira de São Mateus.

 

A exposição tem o horário seguinte:

 

- até 30 de setembro, todos os dias, das 10 às 18 horas;

 

- e de 1 a 20 de outubro, de segunda-feira a sábado, das 10 às 18 horas.

 

 

Estremoz

 

 

Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte

 

“OS PRINCIPEZINHOS” - exposição de pintura de Oliveira Tavares. O nome da exposição é retirado do título de um dos quadros e o artista por sua vez foi buscá-lo ao célebre conto de Saint Exupéry, “O Pequeno Príncipe” - Sala de Exposições Temporárias do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte (até 19 de outubro).

 

Galeria Municipal D. Dinis 

“OS ARTESÃOS E A RAINHA SANTA ISABEL”mostra coletiva de artesanato, onde os artistas populares de Estremoz estão em destaque. Uniram-se à mostra as empresas localizadas no Largo Dom Dinis, como os Restaurantes “A Cadeia Quinhentista” e “São Rosas”,  as lojas “Ela Pedra” e “Alma do Tempo”, e a “Pousada Rainha Santa Isabel”. Nestas estarão patentes figuras realizadas de forma artesanal sobre a Rainha, como complemento ao que se pode observar na exposição principal -  Galeria Municipal D. Dinis (até 14 de setembro);

Centro Cultural Dr. Marques Crespo

“CARTAZES ANTIGOS DO ARQUIVO MUNICIPAL” - mostra de cartazes antigos alusivos a Cinema, Teatro e Espetáculos no Teatro Bernardim  Ribeiro entre 1923-1975, pertencentes à vasta coleção de cartazes do Arquivo Municipal – Sala do Arquivo Municipal no Centro Cultural Dr. Marques Crespo (até 29 de setembro);

 Museu Municipal de Estremoz

 “COR’ANTES DO PÃO AMASSADO”,exposição essencialmente figurativa, com profundas raízes no surrealismo, mas também no fantástico, a qual é uma janela para o rico imaginário do autor Carlos Godinho - Sala de Exposições do Museu Municipal de Estremoz (até 28 de setembro).

 Posto de Turismo

“NATURAIS” – exposição com trabalhos de pintura de Francisco Charneca e escultura de António Charneca, sobre Cinegética – Posto de Turismo de Estremoz (até 26 de setembro).

 

Regimento de Cavalaria

 

“FORTIFICAÇÕES MILITARES” exposição integrada nas Comemorações do 307 aniversário do RC3 - Sala do Capítulo do Regimento de Cavalaria 3 (até 2 de outubro);

 

- “AGUARELAS” sobre Arquitetura Militar e Atividades de Cavalaria – exposição de aguarelas do pintor António Luís Silva - Casa de Sargentos do Regimento de Cavalaria 3 (até 15 de outubro);

 

 

Palmela

Até 2 de novembro, a Igreja de Santiago, no Castelo de Palmela, é palco da exposição “Catapultas e Máquinas de Cerco (séc. V a.C. – séc. XV d.C.)”, numa organização de Cultura Entretenida com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

Reproduções de catapultas, gruas, arietes, torres de assalto e peças de artilharia, entre outras, estão no centro desta mostra, que pretende dar a conhecer a tecnologia e a engenharia bélica da Antiguidade, de acordo com as perspetivas dos sitiados e dos sitiadores. Na exposição, organizada por blocos históricos, com especial destaque para as civilizações grega e romana, e para a Idade Média, apresenta-se a forma como estas máquinas se constituíram como veículo através do qual os cientistas de cada época aplicaram os seus conhecimentos.

Incluem-se, ainda, objetos diversos, que reproduzem relevos e peças arqueológicas, mecanismos alternativos às molas de torção, projéteis e ilustrações de cercos, representativos de diferentes épocas históricas.

Mais informação em www.culturaentretenida.com

Horário de verão (até 7 de setembro): 10h00/20h00

Peniche

A exposição "Pedras com História – Monumentos da Vila de Atouguia da Baleia", no Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia – CIAB, Perniche. A mostra pode ser visitada até 27 de Setembro.

 

Samora Correia

O Palácio do Infantado, em Samora Correia,acolhe até Janeiro de 2015, a Exposição de Fotografia e Instalação “Oliveiras, Irmãos – Símbolos de uma época”, que marca também o início das Festas em Honra de Nª. Sra.ª da Oliveira e Nª. Sra.ª de Guadalupe.

Esta é uma exposição que traça cronologicamente o percurso de uma das Casas Agrícolas/váriasGanadarias mais importantes do país, fundada em 1895 por João Pedro Oliveira através de vacas de Tomáz Piteira e vacas da Companhia das Lezírias, com semental de Infante da Câmara, agregando posteriormente reses de Norberto Pedroso e Francisco dos Santos (Alfaiate). Entretanto, por morte do seu titular em 1920, passa a anunciar-se a ganadaria em nome de Viúva Oliveira e Filhos, mantendo o ferro inicial.

Mais tarde todo o efectivo foi substituído por reses de Cláudio Moura (Soler) e em 1938 são adquiridas vacas de Joaquim Oliveira Fernandes e Pinto Barreiros, às quais é lançado um semental de Alves do Rio, eliminando-se toda a origem Soler, vendida a José Pedrosa e Vicente de Almeida.

Em 1944 forma-se a Sociedade Oliveiras Irmãos que adopta o ferro actual, mantendo-se, desde então, sem introdução de reses de outra proveniência, definindo morfológica e funcionalmente um animal que tem sido base ou cruzamento ideal de muitos outros efectivos, podendo assim considerar-se como um encaste tipificado. O direito a membro da “Union de Criadores de Toros de Lidia” é adquirido em 1963 por compra do ferro de António Oliveira Durão.

Já mais recentemente,  em 2003, forma-se a sociedade Oliveiras - Exploração Agrícola, Lda; que aumenta o efectivo com reses de Gimenez Indarte que são levadas em separado.

Dizer ainda que esta exposição conta com várias fotografias de família, fotografias de Corridas e dos Toiros mais imponentes e importantes da ganadaria nestes mais de 100 anos de existência. Para além das fotos, os visitantes podem tomar contacto com inúmeros objectos familiares e da Herdade, como os Ferros da Ganadaria, Capotes, Muletas, Documentos dos Animais, e os trajes de luces mais emblemáticos dos toureiros da Baracha – António José Oliveira e Eduardo Oliveira.

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