Notícias de cá... 6 Março 2019

Se tudo correr dentro dos prazos fixados, no final deste ano, mesmo a tempo do Natal, o Dolce Vita Tejo – que celebra 10 anos em 2019 – vai deixar de existir como o conhecemos. Continuará a ser o maior de Portugal, só que em vez de simples centro comercial vai passar a ser um shopping resort. Ou seja, além das lojas, restaurantes, cinemas e da Kidzania – que se manterão – vai ter um parque de diversões na praça de entrada exterior e ainda uma ligação directa ao novo hospital, que o grupo Trofa Saúde está a construir no terreno ao lado.

Ora, com um novo conceito vem também uma mudança de nome, e O Dolce Vita Tejo passará a chamar-se Ubbo, nome que tem a sua origem no nome original de Lisboa, Alis Ubbo, que significa porto seguro, em fenício.  

 

 

Um desenho de Leonardo da Vinci que integra a coleção da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto vai ser cedido temporariamente ao Museu do Louvre para assim integrar a grande exposição que se anuncia como um dos momentos altos de todo um conjunto de acções que assinalam este ano a passagem dos 500 anos sobre a morte do grande pintor, desenhador e inventor italiano.

O desenho, conhecido como “Rapariga Lavando os Pés a uma Criança”, tem 18,5 por 11,4 centímetros e foi solicitado pelo museu parisiense para onde seguirá em breve já que se encontra na Holanda, onde integra uma mostra com cerca de 30 outros desenhos originais do grande mestre renascentista que neste momento estão em exposição no Teylers Museum , em Haarlem.  

  

É francês, chama-se Liber Pater (2015), custa 30 mil euros por garrafa e faz a sua estreia mundial no Porto, esta semana.

Ana Nuno, da Universidade Nova de Lisboa, ganhou uma Bolsa Marie Curie, de 150 mil euros, da Comissão Europeia, para estudar a melhor forma de integrar informação ecológica e social na gestão de recursos marinhos.

 

 

Depois de três anos focados na reabilitação maioritariamente em casa de luxo e apartamentos turísticos, os promotores imobiliários privados – portugueses e estrangeiros – estão agora a regressar aos grandes projectos de construção nova que se faziam nos tempos áureos entes da crise.

Em Lisboa, há grande intervenção nos terrenos da antiga Feira Popular que foram vendidos o ano passado e onde vão nascer vários edifícios de escritórios, de habitação e ainda zonas de comércio. Há ainda o Exeo Office Campus, um complexo de três edifícios de escritórios no Parque das Nações, junto à Gare do Oriente, que vai custar €150 milhões à promotora Avenue. Ou, um pouco mais abaixo, na rotunda perto da desativada torre de gás da Galp a construção das 150 residências turísticas do Martinhal Residences, um projecto de €130 milhões. Já no Porto, há o caso do Porto Office Park - ou POP como lhe chamam na gíria imobiliária – que representa um investimento de €100 milhões. E isto são alguns dos que arrancam este ano. Há já muitas outras obras planeadas para 2020, como é o caso de um empreendimento da espanhola Kronos que vai surgir também no Parque das Nações, mesmo por baixo do hospital da Cuf Descobertas, e terá 240 casas para primeira habitação. Do projecto da empresa portuguesa Habitat Invest que vai ter 165 casas perto da Alta de Lisboa e que vai custar €45 milhões.

 

 

 

 

e ainda:

 


Cascais

O Teatro Experimental de Cascais está a apresentar a peça “Ninguém é Garrett” de José Jorge Letria, no Museu Condes de Castro Guimarães, Parque Marechal Carmona,  em Cascais.

Até 17 de Março. De 5ª a Sábado 2130 h | Domingo16 horas

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