Oficina de gravura Paula Rego Anos 80

gravuraoficinaCascaisA Oficina de Gravura  está de regresso à  Casa das Histórias Paula Rego. Depois do sucesso  alcançado em 2018, o espaço abre portas para a segunda e terceira edições, a decorrer  em 2019.

A Oficina de Gravura II explora o tema  'Extravagância', entre 7 de março e 26 de maio.

A Oficina de Gravura III acontece entre julho e novembro, em datas a anunciar e em formato de  residências artísticas para o público em geral e ateliês de verão para escolas,  com atividades dedicadas ao 10º aniversário da Casa das Histórias Paula Rego. 

Na segunda edição da Oficina de Gravura, os  participantes acompanham  o trabalho produzido pela artista na década de 1980, em sintonia com a exposição atualmente patente na Casa das Histórias Paula Rego, enquanto são desafiados por artistas a criar as suas próprias obras.  

Isabel Baraona,  Ana Sério e Francisca Carvalho  orientam ateliês temáticos sobre as respetivas práticas artísticas, enquanto o gravador João Cochofel  propõe  uma formação intensiva em gravura.  A editora MEEL –Múltiplos e Edições Limitadas,  chancela a partir da qual vários  artistas portugueses contemporâneos editam os seus  trabalhos, dinamiza o Ciclo com Artistas.  

Na  terceira edição, o público em geral terá oportunidade de realizar residências artísticas, com a duração de uma semana, para explorar a obra gráfica de Paula Rego. O programa integra ainda a exibição do documentário Gravura: Esta Mútua Aprendizagem, de Jorge Silva Melo, nos dias 6 de julho e 16 de novembro. Durante este período, decorrem ainda ateliês de verão e para escolas (após o arranque do ano letivo).  

"Penso que as gravuras desempenham um papel importante no desenvolvimento da Paula como artista. Mantiveram um público mais jovem interessado no seu trabalho e fizeram que as imagens estivessem mais amplamente acessíveis", revela Paul  Coldwell, que colabora com Paula Rego há mais de 30 anos, na área da gravura.  

As atividades exploram a intensidade artística de Paula Rego, a partir de diferentes técnicas de gravura (água-tinta de açúcar, verniz mole, aguada com mordente,  monotipia,  linogravura). Em programas paralelos ao circuito expositivo, a  Oficina de Gravura permite experimentar outras técnicas, como a água-tinta, a água-forte e processos alternativos de gravação. 

No espaço decorrem diversos trabalhos  multidisciplinares, com propostas dirigidas a escolas e instituições e a famílias.

Organização  da Fundação D. Luís I, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, no âmbito da programação do Serviço Cultural e Educativo do Bairro dos Museus.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fundação D. Luís I/cyberjornal, 7 março 2019

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