Sexualidade e religião no Museu

 

sexualidadePreservaSECXVIIIpele de ovelha“Sexualidade e Religião” é o tema da próxima conversa organizada pelo Museu da Farmácia, no dia 28 de Março, às 19 horas. A peça do museu em destaque é um preservativo do século XVIII, feito de pele de ovelha.

Estima-se que a utilização dos preservativos recua até aos antigos egípcios, mas é a partir do séc. XVI, e sobretudo do séc. XVIII, devido ao deflagrar da sífilis, que o seu uso como método de protecção de contágio de doenças sexualmente transmissíveis se tornou mais popular. Surgiram desde então, posições menos tolerantes questionando o seu uso.

Ao longo dos tempos, a sexualidade tem sido condicionada por aspectos de saúde e moral religiosa, transformando-se numa questão pública com profundas implicações afectas ao poder, religião e à economia.

Nesta conversa sobre “Sexualidade e Religião” serão apresentadas três perspectivas diferentes de especialistas ligados às religiões Judaica, Cristã e Islâmica. Vão estar presentes Joshua Ruah (médico), José Manuel Pereira de Almeida (padre e médico) e Sheik David Munir (imã).

O Ciclo de Conversas sobre Sexualidade é uma iniciativa coordenada por João Neto, director do Museu da Farmácia, e Isabel Pires, responsável dos Serviços Educativos da ANF.

Conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC) e da World Association for Sexual Health (WAS). A moderação desta conversa cabe a Maria Joana Almeida, psicóloga clínica, terapeuta sexual e membro da Direcção da SPSC.

Auditório do Museu da Farmácia em Lisboa
Entrada livre

MF/cyberjornal, 25 março 2019

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