Escola da Cidadela (Cascais) tem novo campo de jogos

CidadelaCascais3ppPor: José d’Encarnação 

Foi oficialmente inaugurado na quinta-feira, dia 29, pelas 10 horas, o campo de jogos exterior da Escola Secundária da Cidadela.

Quis o Sr. Presidente da Câmara, que presidiu ao acto, que os alunos que mais perto dele estavam no momento descerrassem com ele a singela mas significativa placa evocativa da cerimónia.

 

 

 

CidadelaCascais4ppAcompanhou Carlos Carreiras o Presidente da Junta de Freguesia de Cascais e Estoril, Pedro Morais Soares, e ambos foram recebidos pelo Director do Agrupamento de Escolas da Cidadela, Prof. José João Gonçalves e pelo presidente do Conselho Geral Transitório, Prof. Luís Barbosa. Associaram-se ao acto docentes e alunos assim como alguns membros do Conselho Geral.

Não houve discursos, apenas troca de impressões, a realçar o elevado interesse que detinha a requalificação de um espaço por que se esperava há anos. O Presidente, em conversa com os estudantes que o ajudaram a descerrar a placa, salientou que, doravante, também eles assumiram dessa forma a obrigação de zelarem pela boa manutenção desse equipamento. Disse-se ser intenção também colocar o campo, dentro de determinadas condições, ao serviço da comunidade, pois que, refira-se, coube à autarquia o respectivo financiamento.

Antes de um breve beberete, houve ocasião de se visitar também um outro espaço, singelo mas oportunamente equipado como sala de estudo para os alunos do Secundário, salientando-se que a sua manutenção deles dependia quase em exclusivo, como forma de responsabilização.

Solicitámos ao Prof. Luís Barbosa, na sua qualidade de responsável pela disciplina de Educação Física, um depoimento acerca da relevância que, em seu entender, este melhoramento representava para a Escola, ao que mui gentilmente nos respondeu (e agradecemos):

«Pois esse espaço desportivo renovado foi o resultado de uma longa espera de vários anos, visando proporcionar melhores condições para a prática da disciplina de Educação Física.

As instalações interiores – o Pavilhão Gimnodesportivo –  com bom índice de operacionalidade e eficácia eram descompensadas com uma instalação exterior de reduzidas condições, de piso desadequado (rega de alcatrão), não muito aconselhável para a prática de qualquer modalidade, assim como uma limitação na diversidade de conteúdos que normalmente são abordados na disciplina. Estava reduzida a duas balizas, por imposição legal, no material anteriormente existente: quando fomos auditados, a empresa considerou que as tabelas de basquetebol existentes  não cumpriam as normas de segurança exigidas, pelo que foram desactivadas...

Com esta recente remodelação, conseguiu-se, pois, transformar um espaço decadente num campo verdadeiramente polidesportivo (onde se pode praticar voleibol, andebol, basquetebol, futsal, râguebi, basebol, atletismo), dotado de um piso relvado sintético  com marcações e medidas oficiais – 40 x  20 metros – e uma vedação invejável.

   Este foi o primeiro passo para a realização do sonho ‘ancestral’, onde estavam previstos, para além deste melhoramento, a requalificação dos balneários e a montagem de instalação luminosa.

Cabe aqui uma palavra de regozijo pela iniciativa da autarquia, uma vez que a tutela, neste aspecto, se tem colocado num posicionamento cada vez mais distante.»

É, pois, hora de nos congratularmos!

 

Ver mais imagens cedidas por Luís Bento/CMC: https://www.facebook.com/171996492857166/photos/pcb.695469083843235/695468733843270/?type=1&theater

Cyberjornal, 31 maio 2014

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