Notícias de cá... 13 Outubro 17

Por: A.F.

 

O Conselho de Ministros aprovou esta madrugada, a Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2018, o Relatório que o acompanha, as Grandes Opções do Plano e o Quadro Plurianual de Programação Orçamental.

Segundo notícia veiculada pela agência Lusa, a reunião do Governo terá durado mais de 14 horas, pois teve início cerca das 9.30 de quinta-feira, na Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa, e terminou depois da meia-noite.

 

 

 

 

 

 

 

Inaugurado há um ano, o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia marca o perfil ribeirinho de Lisboa. Atraiu 550 mil visitantes (30% estrangeiros) com 23 exposições de 432 artistas, 137 dos quais portugueses.

 

 

 

 

 

O cais do Ginjal, em Cacilhas, Almada, pode vir a acolher o sexto hotel da cadeia Savoy. A possibilidade ainda está a ser avaliada pelo grupo, no âmbito do projecto de reabilitação de grande parte da área do Ginjal – cerca de um quilómetro à beira-rio na margem sul do Tejo e que se estende pela arriba -, cujo Plano de Pormenor já foi aprovado em sessão da câmara e estará em discussão pública até 22 de Dezembro.

A realizar-se, o futuro Savoy terá entre quatro e cinco estrelas, como qualquer um dos restantes hotéis do grupo, e será construído numa área de cerca de 11 mil metros quadrados, na localização da antiga fábrica de óleo de fígado de bacalhau no topo das escarpas.

O hotel é apenas um dos espaços a construir pelo grupo AFA em Cacilhas, todos virados para Lisboa. No conjunto o Plano de Pormenor potencia ainda a instalação de pequenas indústrias, habitação, restauração, infraestruturas de lazer e locais de estacionamento. Prevê também uma população de 693 habitantes e 330 fogos. O projecto com a assinatura do arquitecto Samuel Torres de Carvalho, teve ainda em atenção a integração da arriba.

A área a que chamaram  “Concha”, porque se assemelha a tal, mesmo por baixo da localização do futuro hotel, contempla habitação e jardins integrados na própria arriba.

A opção do grupo pelo investimento no Ginjal nada tem a ver com os planos de investimento que o Governo central, juntamente com a câmara, tem para a área vizinha, que se prolonga do cais, onde atracam os cacilheiros, à Margueira. A grande beleza do projecto é a vista sobre Lisboa. O Cais do Ginjal, que compreende uma frente ribeirinha superior a 80 mil m2, possui uma área de 1 km de extensão de ligação ao Tejo, praticamente entre o local onde hoje atracam os cacilheiros e dois dos mais emblemáticos restaurantes da margem sul: O Atira-te ao Rio e o Ponto Final. A sua origem remonta ao século XIX, quando servia o negócio de abastecimento de água aos navios e albergava armazéns de vinho, azeite e vinagre.  

 

 

 

 

 

 

 

E ainda...

 

 

O Dia Internacional para a Redução de Catástrofes é assinalado hoje, às 10.13 h com o exercício nacional A TERRA TREME.

Esta iniciativa é promovida pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) e procura chamar a atenção para o risco sísmico e para a importância de comportamentos simples que os cidadãos devem adotar em caso de sismo.

Tem a duração de 1 minuto, em que individualmente ou em grupo apenas tem de executar os 3 gestos: BAIXAR, PROTEGER E AGUARDAR.

Muitas zonas do globo são propensas a sismos e Portugal é um território com zonas particularmente sensíveis a este risco. 

Constância e Estarreja, Estremoz e Marinha Grande são algumas das localidades que aderiram a esta iniciativa.

 

 

Amadora

 

A Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, na Amadora acolhe hoje, pelas 18.30, o ciclo “Temas da Vida”, que conta com o escritor Bruno Vieira Amaral, para conversar sobre “A história sempre presente: a(s) família(s)”. Entrada livre.

 Premiado com quatro importantes prémios da literatura portuguesa, entre eles o Prémio José Saramago 2015, com o seu primeiro romance “As Primeiras Coisas”, Bruno Vieira Amaral é considerado um dos mais relevantes escritores portugueses da sua geração.

A moderação desta conversa estará a cargo de Isabel Lucas, jornalista do Público.

 

 

 O 6.º Encontro de Fado da Amadora que teve ontem início com a atuação de de Maria Emília prossegue hoje, dia 13, com Joana Amendoeira, encerrando amanhã dia em que atua Fábia Rebordão.
Os espetáculos decorrem   às 21.30 horas, nos Recreios da Amadora .

 

 

 

 

 

AF/cyberjornal, 13 outubro 2017

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