Música, poesia e história em convívio da Adreche

AdrecheCC17cy5Pepita Tristão (texto)

César Cardoso (fotos)

A Adreche - Associaço Desportiva e Recreativa da Checala começou a desenvolver, a partir deste mês, a sua vertente cultural, com a criação de um Núcleo Cultural, dinamizado por Madeira Calado, que foi apresentado oficialmente aos associados, no passado domingo.

 

 

 

(Madeira Calado com Carlos Carranca)

AdrecheCC17cy42Este Núcleo propõe-se realizar multiplos e diversificados eventos, que vão das tertúlias literárias em que serão divulgados diferentes poetas, às musicais, onde terá destaque a Música Popular e Coral, o Cante Alentejano e o fado, tanto o de Coimbra como o de Lisboa.

Idas ao teatro e passeios temáticos serão outras das apostas do novo Núcleo, divulgadas durante um convívio/magusto que teve lugar no Ginásio da Adreche.

Na ocasião, o presidente da direção, João Gambão anunciou a nova valência da associação e apresentou Madeira Calado que divulgou as suas propostas aos associados presentes, entre os quais o escritor e poeta Carlos Carranca, e introduziu a componente cultural do convívio.

(Guilherme Cardoso)                                                                      (Alunos da EPTC)

addrechePT17cy18addrechePT17cy21Francisca Joaquim e Caio Almeida, dois jovens alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais - EPTC abriram a sessão, recitando diversos poemas de Natália Correia, que arrancaram fortes aplausos.

Também Madeira Calado recitou três poemas, dois de poetas populares alentejanos e o terceiro, de Torga.

Imagens de Cascais e Estoril, do século XIX e XX (até à década de 70) foram ponto de partida para o arqueólogo Guilherme Cardoso partilhar um pouco do seu grande conhecimento sobre a história local, recordando paisagens, personalidades e profissões que no antanho, caracterizaram o concelho.

Já com o cálido aroma das castanhas a aguçar o apetite, o Grupo de Música Popular Cascais Estoril dirigido pelo Maestro Bernardino Geraldes dos Santos, animou as hostes, entoando conhecidas “modas”, que levaram ao palco algumas “espontâneas” mostrando que ainda há quem saiba dançar o “vira”.

Castanhas, jeropiga e água-pé foram o corolário de uma tarde bem passada, algo a que Madeira Calado já nos habituou, ao largo de mais de três décadas de dirigente associativo.

 

 

 

 

cyberjornal, 13 novembro de 2017  

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